Bacia das Chamas Incontáveis
Natlan (região)
Enciclopédia do Mundo
Na costa distante de areia e mar, o hino épico ardente ecoa pela terra onde a Chama Sagrada queima eternamente.
Atributos
Nome: Bacia das Chamas Incontáveis · Tipo: Local Permanente · Região: Natlan · Versão de Lançamento: 5.0
Subáreas
Estádio da Chama SagradaArena da Glória e TriunfoNo centro de Natlan, reside o Estádio da Chama Sagrada. Membros da Associação de Relíquias Saurianas já investigaram o terreno e concluíram que a Bacia das Chamas Incontáveis não é uma formação natural, mas o resultado da queda de um objeto colossal caído há muitos anos. Contudo, o que era exatamente aquele objeto permanece um mistério, pois ninguém conseguiu fornecer uma resposta definitiva. Acima das entradas para as áreas principais do Estádio, há pilares maciços com formatos idênticos, adornados com intrincados padrões serrilhados. Como inúmeras faíscas unindo-se como uma, eles flamejam juntos, formando a poderosa chama de Natlan que vemos hoje.Diversas cerimônias e torneios são realizados na arena do Estádio da Chama Sagrada. É lá que ocorre, por exemplo, a segunda fase da Peregrinação, marcada por duelos individuais entre os capitães das equipes vencedoras da primeira fase. Além disso, em um dos lados da arena, fica o trono da Arconte Pyro e a Estela da Chama Sagrada, símbolo de Natlan e principal defesa da nação contra o Abismo. A criadora do Reino da Noite, a Dama da Noite, utiliza constantemente o poder dessa chama para combater a corrupção do Abismo. Caso esta se apague, ainda que por um instante, não haverá mais defesa contra ele. Por esse motivo, realiza-se a Peregrinação do Retorno da Chama Sagrada, com o propósito de alimentá-la, a fim de que a chama brilhe ainda mais intensamente. Quando um Arconte ascende ao trono divino, a Chama Sagrada concede-lhe vasto conhecimento e memórias do local, os quais retornam à Chama quando a vida do Arconte chega ao fim.Durante o ataque do Abismo, o Estádio da Chama Sagrada tornou-se o principal abrigo para os civis e os feridos de toda Natlan. Depois que o Abismo foi contido, os médicos no Estádio trataram tanto os humanos quanto os Saurianos que foram expostos à Energia Abissal, os quais apresentavam sintomas como instabilidade emocional prolongada, falta de vigor ou confusão mental. Essa enfermidade, conhecida como Síndrome de Corrosão Abissal, pode causar alucinações ou colapsos mentais, tornando os infectados extremamente perigosos para si mesmos e para os outros.Entradas Relacionadas:Templo de PaxO Templo de Pax está localizado ao sul do Estádio da Chama Sagrada. No templo, são conduzidas pesquisas acadêmicas, e a Arconte Pyro também reside lá. Além disso, o Templo de Pax abriga a Câmara de Discussões, uma construção semelhante a uma torre de vigia localizada em um dos cantos do Estádio da Chama Sagrada. A Arconte Pyro preside este órgão, que coordena os diversos assuntos do Estádio e as seis principais tribos. A antiga tradição dita que os chefes das tribos devem se reunir junto à Chama em intervalos regulares e realizar negociações sem reservas sob o atento olhar da Arconte Pyro. Nesse local, são discutidas as decisões mais importantes de Natlan, além de serem realizados julgamentos, expedições, competições e aprovações de projetos. Atrás da Câmara de Discussões fica a residência da Arconte Pyro, Mavuika. Este lugar já foi repleto de relíquias de várias eras, que foram entregues à Arconte por seus conhecidos. Quinhentos anos atrás, quando Mavuika concordou pela primeira vez com o plano para salvar Natlan, todos os guerreiros da nação a visitaram, oferecendo seus bens mais preciosos para serem usados como "combustível" para a Chama em caso de futuras emergências. Essas corajosas pessoas orgulhavam-se desse sacrifício necessário, e sequer hesitavam. Mavuika conversava com cada um deles em turnos, enquanto oferecia-lhes uma bebida quente e ouvia as histórias por trás desses objetos. Ela desejava carregar essas histórias consigo para o futuro, pois memórias são capazes transcender o tempo, ultrapassando a longevidade humana. E ainda que esses objetos não resistissem ao passar do tempo, enquanto alguém ainda cantasse suas histórias, eles ainda poderiam saudar o amanhecer vitorioso, juntamente com as pessoas do futuro. Alguns perguntaram à Arconte se ela tinha histórias semelhantes, e ela contou sobre seus pais, sua irmã Hine e dois Yumkassauros travessos, além das coisas que ela mais prezava no tempo que estava prestes a perder. Mas nada disso importava. Tudo deixou de ser relevante no momento em que o plano para lutar contra o Abismo foi decidido - até mesmo ela própria. Quinhentos anos depois, importantes itens modernos juntaram-se a essas relíquias, como o amuleto dado à Mavuika por sua companheira de fontes termais, a anciã do Povo das Termas, Atea, ao perceber que a hora de sua morte se aproximava. Após uma das Guerras da Guarda Noturna, a Ode da Ressurreição falhou em trazer de volta uma das caídas, e seus amigos foram ao Reino da Noite para resgatá-la. Mavuika usou todas as relíquias em seu escritório como combustível para a Chama Sagrada para trazê-los de volta.Ao lado do Templo de Pax, encontra-se a gigantesca Fornalha Salutar, supervisionada pelo ferreiro Alom. Lá, os Filhos dos Ecos, os mais habilidosos na arte da forja, utilizam o Flogisto Líquido purificado pela Chama Sagrada para forjar armas pessoais únicas para guerreiros de toda a região. Próximo à Fornalha Salutar, há uma parede de armas. Dizem que algumas das armas ali expostas já pertenceram a guerreiros que alcançaram grande fama em competições passadas. Para esses guerreiros, suas armas não eram apenas suas companheiras de batalha, mas também extensões de suas próprias almas. E dada a natureza ardente de seus espíritos, talvez o melhor lugar para suas honras residirem seja nos terrenos do Estádio, onde seus legados perduram.Ao lado da Fornalha Salutar, está a Placa de Tona - um símbolo da conexão entre as tribos de Natlan e a Chama Sagrada. A Chama Sagrada permite que cada cidadão de Natlan estabeleça um forte vínculo com outros membros das tribos, com os Saurianos e com a Arconte Pyro. Oferecer Selos Pyro, obtidos durante suas aventuras, à Tábua de Tona, concede tanto a proteção quanto a bênção da Chama Sagrada.Próximo à entrada do Estádio, ao lado do Templo de Pax, fica a Xocolatl Bebidas, um estande aberto com uma placa distinta em formato de um Iktomissauro. Lá, as pessoas podem comprar sucos feitos com as melhores frutas e vegetais, temperados com especiarias misteriosas para um sabor intenso e inesquecível. "E quando você tiver provado, não tem mais como voltar! Você sentirá que recebeu todas as bênçãos concendidas pelo Wayob, tão leve quanto uma pena de Qucussauro flutuando até as nuvens..." Cheio de líquido, seu design único torna a especialidade da loja inconfundível, mesmo de longe. Esse líquido, a essência de uma bebida especial, deve ser exposto à luz solar direta por um período prolongado antes que chegue ao seu melhor sabor. Devido a restrições de espaço no Estádio da Chama Sagrada, comerciantes não tinham mais onde armazenar esses contêineres, então eles os colocaram nos tetos de seus estandes, criando uma paisagem marcante em meio à multidão agitada. Com o tempo, essa prática se tornou a característica definitiva de Xocolatl Bebidas, sendo incorporada desde então na marca permanente do estande. Não muito longe do estande, perto da entrada leste do estádio, o comerciante e criminoso Soncoyoc pode ser encontrado à noite. Ele comercializa as estranhas Bolachas Saurus. A receita da Água Forte pode ser comprada com ele.Um Balcão de Síntese pode ser encontrado no Templo de Pax. Certo dia, quando o(a) Viajante e Paimon estavam prestes a usá-lo, ouviram um espirro e mudaram de ideia, mas uma mulher apareceu, determinada a preparar uma poção. Enquanto a poção sintetizava, ela se apresentou como Sumac e se ofereceu para uma lutinha amistosa a fim de testar a poção preparada. Quando se afastaram para uma clareira perto do Estádio e decidiram lutar, Sumac bebeu a poção, mas se sentiu mal imediatamente. Depois de a levarem até um médico, o(a) Viajante e a Paimon descobriram que aquele não havia sido o primeiro incidente envolvendo o Balcão de Síntese. Em Natlan, existem facções que a Câmara de Discussões permite que administrem as instalações do Estádio.Anteriormente, essa era a responsabilidade da facção Asas de Falcão, que seguia as regras e se esforçava para cumprir seus deveres de forma adequada. No entanto, nos últimos anos, com menos pessoas e mais responsabilidades, a Câmara de Discussões realizou uma competição aberta a outras facções, cujo vencedor receberia o direito de administrar as instalações da arena. Como resultado da competição, a facção Asas de Falcão foi substituída pelos Gafanhotos, obcecados pelo lucro e constantemente tentando agradar seus superiores. Durante essa competição, um número estranhamente alto de acidentes ocorreu com os participantes dos Asas de Falcão, mas ninguém conseguiu encontrar nenhuma prova. Acreditando que os acidentes envolvendo o Balcão de Síntese também poderiam ser obra dos Gafanhotos, o(a) Viajante e Paimon assumiram a investigação.Primeiro, o(a) Viajante, Paimon e um médico da facção Asas de Falcão foram colher depoimentos de outras vítimas, mas elas se mostraram relutantes para testemunhar e só concordaram depois que o(a) Viajante passou nos testes que lhe propuseram. A última pessoa a concordar em depor foi Tauzan, dos Gafanhotos, que forneceu informações sobre sua facção. Após reunirem todas as informações, estas foram submetidas à Câmara de Discussões, para deliberação. Os Asas de Falcão apresentaram ao juiz uma foto de um Balcão de Síntese que mostrava alguém utilizando Pérolas de Peixe, as quais haviam sido encontradas nas poções das vítimas. No entanto, os Gafanhotos identificaram Sumac na fotografia e alegaram que o Balcão de Síntese não era deles. Desse modo, embora as evidências apontassem para o envolvimento dos Gafanhotos no incidente, não havia provas suficientes de sua culpa, e o julgamento foi encerrado. Mas quando Tauzan (que entregou aos Asas de Falcão o recibo do Gafanhoto e uma foto do Balcão de Síntese com Sumac) compareceu ao tribunal, e começou a negar seu envolvimento, Sumac, o(a) Viajante e Paimon sugeriram que, na verdade, havia dois Balcões de Síntese: um falso e um verdadeiro. E também havia dois "Tauzans": um que testemunhou contra os Gafanhotos, e outro que negou tudo. Embora o juiz não tivesse acreditado na explicação, eles(as) não desistiram.Sumac propôs um plano para provar que existiam dois Tauzans. Ela contou a história de um ladrão bobo que roubou uma joia de alguém e a escondeu em um lugar que só ele sabia. O dono da joia apenas tinha conhecimento de quem havia cometido o roubo, mas não de onde a joia estava escondida. Então, ele disse: "Ei, você! Ladrão! Eu sei que você roubou minha joia, então eu peguei ela de volta. Não acredita em mim? Vai lá ver!" O ladrão bobo foi até o tesouro e levou o dono até lá pessoalmente. Sumac sugeriu seguir Tauzan para que ele os levasse até a "joia". Como ela esperava, Tauzan os levou a um local secreto onde estava seu irmão gêmeo, Talipa. O(a) Viajante e Paimon queriam levá-los à Câmara de Discussões, mas os irmãos atacaram, então foi necessário trancá-los uma jaula. Com as provas apresentadas, o(a) Viajante e Paimon puderam recorrer à Câmara de Discusões, para que o caso fosse revisado e a justiça fosse feita, mas a facção Asas de Falcão já estava em um declínio tão profundo que não havia mais como ser salva.A Missão do Mundo pode ser encontrada aqui.Entradas Relacionadas:Mercado ChuwenO Mercado Chuwen está localizado no andar térreo, atrás da Arena da Glória e Triunfo. Este local movimentado abriga diversas lojas e comércios, além da sede da Guilda de Aventureiros de Natlan. Conversar com a secretária da guilda, Katheryne, concede acesso às comissões de Natlan. Uma grande variedade de comerciantes pode ser encontrada no mercado: Cipac, do Coletivo da Fartura, de quem se pode comprar Bolachas Saurus; Bounama, dono do Mercado de Bounama, dos Mestres do Vento Noturno, de quem se pode comprar ingredientes para cozinhar; Cintli, do Coletivo da Fartura, de quem se pode comprar as melhores frutas e verduras da tribo; Echuah, dos Filhos dos Ecos, de quem se pode comprar troféus obtidos durante aventuras; Acat, proprietária da Paleta da Frida, que vende tintas para grafite; e muitos outros. Além dos comerciantes, há diversos mensageiros entregando comida, cartas ou encomendas. Certo dia, o(a) Viajante e Paimon encontraram um mensageiro que deveria entregar um pacote de Fontaine. Apesar de o pacote ter percorrido um longo caminho, primeiro até a Guilda de Aventureiros, depois até a tribo dos Descendentes das Copas, o mensageiro conseguiu localizar os destinatários logo no primeiro dia.Em um canto do Mercado Chuwen, encontra-se a loja da Associação de Relíquias Saurianas. Já que se deduz que muitas ruínas em Natlan foram deixadas por Saurianos ainda mais antigos, é natural que uma organização que estuda itens escavados dessas ruínas fosse criada. Dito isso, apesar de seu nome, o escopo da Associação também parece incluir muitos assuntos não relacionados a Saurianos. Os membros da Associação pesquisam ruínas antigas, relíquias e pergaminhos. A gerente da loja da Associação de Relíquias Saurianas no Estádio é Siyah, que pode ser contatada em caso de descoberta de objetos antigos.O Mercado Chuwen também atrai turistas do mundo todo para Natlan. Um desses turistas é um funcionário do Ministério dos Assuntos Civis de Liyue, que escreveu em seu pedido de férias que iria estudar folclore para encontrar inspiração poética. O funcionário do Ministério responsável pela concessão das férias levou isso a sério e o desejou boa sorte com sua poesia, e logo todo o Ministério ficou sabendo. No entanto, o funcionário não teve sucesso em sua poesia, e nem mesmo as fotos que ele desejava tirar para se inspirar serviram para este propósito. Graças à ajuda do(a) Viajante, o funcionário conseguiu obter fotos de lojas e vários pontos turísticos de Natlan para seus poemas.Outro turista é Grispan, do Clube de Sonhadores de Fontaine, que foi à Natlan junto com uma gata preta, a Presidente do Clube, Srta. Grobel. Seu objetivo era estudar os efeitos do Flogisto na hipnose e utilizar energia térmica para conduzí-la. Ele criou um sistema que consistia em uma caixa com a metade da altura de uma pessoa, contendo um vaporizador que gera constantemente vapor, mantendo a temperatura interna da caixa em um valor específico. A pessoa deveria sentar-se na caixa com a cabeça exposta, para que a hipnose surtisse efeito mais rapidamente. Graças à ajuda do(a) Viajante, Grispan obteve amostras de itens contendo Flogisto para continuar sua pesquisa.Além de Grispan, funcionários da Maison Gestion, Iaune e Roialte também chegaram de Fontaine para estabelecer contatos comerciais preliminares entre as nações. Eles precisavam encontrar oportunidades de cooperação, mas, apesar de procurarem, não encontraram nenhuma pista. Depois de conhecerem o(a) Viajante, pediram ajuda e viajaram juntos para várias tribos de Natlan, em busca de contatos.No andar abaixo do Mercado Chuwen, ficam o restaurante "Rango de Rua do Zakan" e o estabelecimento de hospedagem "Pousada Cansada", ambos de propriedade de Chanca. A "Pousada Cansada" oferece acomodação gratuita e mantimentos aos guerreiros participantes da Peregrinação do Retorno da Chama Sagrada. Foi lá que o(a) Viajante e Paimon se hospedaram durante sua Peregrinação. O nome foi dado na esperança de que os guerreiros deixassem seu cansaço na hospedaria e entrassem no Estádio cheios de energia. Dizem que todos os gerentes desta pousada foram selecionados e designados pela Câmara de Discussões.A Missão do Mundo pode ser encontrada aqui.Entradas Relacionadas:Estádio da Chama Sagrada - ArredoresAos pés do Estádio da Chama Sagrada, encontra-se um Totem de Obsidiana que abre passagem para o Campo de Julgamento dos Espíritos da Noite. Para isso, é necessário encontrar três Jade da Noite Estilhaçados, localizados no Vale Tequemecan e na Montanha Coatepec. Nos Campos de Julgamento, pode-se encontrar um espírito da noite, bem como duelar com almas de guerreiros e obter recompensas, tendo em vista que é somente através das chamas da batalha que esses inquietos Espíritos da Noite podem ser acalmados. Perto do totem, encontra-se Oroluk, uma funcionária da Associação de Pesca de Natlan. Ela se juntou à Associação para ver mais, pescar mais e criar mais peixes adoráveis, e não compartilha da opinião daqueles que só gostam de pesca pela carne deliciosa. Vários tipos de equipamentos de pesca estão disponíveis para compra com ela.A leste do Estádio encontra-se um memorial dedicado aos cidadãos de Natlan que pereceram durante a guerra contra o Abismo: "Que o Wayob lhe conceda paz e que canções sobre sua jornada sejam cantadas." Durante a invasão, este local serviu de abrigo para os feridos evacuados para o Estádio da Chama Sagrada. Agora, os nomes daqueles que a Ode da Ressurreição não conseguiu salvar estão inscritos ali. Entre esses nomes estão Chuychu, uma médica do Clã das Plumas de Flores e irmã de um dos seis heróis de Natlan, Chasca; Vichama, um guerreiro dos Descendentes da Copas que certa vez ajudou a encontrar um Nome Antigo no Reino da Noite e forneceu informações à sua tribo durante toda a invasão; Wayta, uma mensageira dos Descendentes da Copas que transmitia informações da linha de frente; Batz, um membro dos Filhos dos Ecos que correu para salvar um Tepetlissauro preso sob os escombros; Hunza, um aventureiro dos Descendentes das Copas que praticava esportes radicais com seu Yumkassauro, Katari; e Tlilhua, uma lutadora do Coletivo da Fartura.No extremo sul do local, há um local de escavação pertencente à Associação de Relíquias Saurianas. Qualquer um pode tentar a sorte na escavação por trezentas Mora, na esperança de descobrir uma relíquia inestimável. Certo dia, o(a) Viajante, Paimon, e seu companheiro Sauriano se depararam com o sítio arqueológico e decidiram procurar por relíquias. Graças aos sentidos únicos do Tepetlissauro, eles descobriram o Mecanismo de Bola de Origem Segreta, pelo qual a guarda do local de escavação, Kuipia, ofereceu dez mil Mora. Embora a Associação de Relíquias Saurianas provavelmente o avaliasse em cinco mil Mora, a guarda ficou fascinada pelos padrões únicos no mecanismo.A Missão do Mundo pode ser encontrada aqui.Entradas Relacionadas:Colina HuitztliA Colina Huitztli é uma pequena encosta de montanha chamada "Encosta da Fumaça" pelos tribais locais. Dizem que esses dois nomes foram dados porque os córregos de magma subterrâneos do Grande Vulcão de Tollan fluem por ela, frequentemente fazendo fumaça subir entre os vales. A temperatura é alta demais até para os membros da tribo que regularmente lidam com Flogisto, mas talvez seja precisamente por isso que os reclusos e incomuns Saurianos alados escolheram esse lugar como seu habitát.Dentro uma caverna localizada na Colina Hill, pode ser encontrado um grande Qucussauro, popularmente conhecido como Tirano Qucussauro da Chama Dourada. Quinhentos anos atrás, o Qucussauro, cujo verdadeiro nome era Holawaqa Ngoubou, era o companheiro de Menilek, um dos seis heróis de Natlan. Ele nasceu com uma marca especial em seu chifre chamada de. Saurianos com essa marca frequentemente possuem habilidades incríveis, mas os corpos de Saurianos modernos não conseguem suportar tanto poder. O Wayob e o Reino da Noite rejeitam esse poder e se recusam a aceitar esses Saurianos. Conforme eles crescem, esse poder ou os mata, ou os enlouquece. Uma lenda conta que é preciso encontrar um amuleto dividido em duas partes e fazer a peregrinação para o Grande Vulcão de Tollan. Lá, os guerreiros tribais poderiam lavar o nome de seus companheiros, que o falecido Xiuhcoatl lembrava, e remover a marca para que o Reino da Noite pudesse aceitá-lo. Quando Ngoubou ainda era pequeno, moribundo, morrendo nos braços de Menilek, o herói ouviu uma profecia de um sábio, que o alertou a cortar o pescoço do Qucussauro e concedê-lo a alegria da liberdade. No entanto, Menilek ignorou essas palavras e esfregou as penas manchadas de sangue do jovem Sauriano com um precioso elixir, ignorando completamente o suspiro que marcou a partida do sábio. O herói acreditava que nada nem ninguém poderia forçar os descendentes do Clã das Plumas de Flores a se curvar de joelhos. E se uma maldição havia acorrentado o Qucussauro desde seu nascimento, ele deveria seguir o exemplo de seus ancestrais e quebrar essas correntes. E então, Menilek e seu leal companheiro Ngoubou embarcaram em uma peregrinação, mas nunca foram capazes de completar sua jornada. Quinhentos anos atrás, Natlan foi engolida por uma, e Menilek e Ngoubou se juntaram ao exilado Tenoch e lutaram lado a lado com ele e os outros heróis de Natlan por muitos anos contra a onda negra. Menilek convenceu a si mesmo que amanhã, amanhã, e amanhã de novo eles iriam completar sua peregrinação, mas o amanhã nunca chegou. Junto com os outros heróis de Natlan, Menilek e a Arconte Pyro partiram para sua batalha final e jamais retornaram. Embora o herói do Clã das Plumas de Flores tenha bebido até perder a consciência antes da batalha, ele lutou bravamente e, mesmo depois de morrer, continuou agarrado ao monstro sem soltá-lo. Depois da morte de Menilek, Ngoubou foi deixado sozinho e, sob influência da Bênção do Lorde das Chamas, seu corpo adquiriu uma forma sobrenatural. Ele enlouqueceu e se tornou o chamado Tirano Qucussauro da Chama Dourada.Perto do lago na Colina Huitztli, encontram-se três Soldados Fatui: Vasily, Sidorenko e Nomonkonov, que trabalham no Centro de Pesquisa de Extração de Flogisto perto da Montanha Coatepec. Antes de se juntar aos Fatui, Nomonkonov era um especialista técnico e, junto com outros dois soldados, estava alocado em Natlan. Eles não sabiam por que precisavam capturar Saurianos e pesquisar sobre Flogisto, então alguns deles estavam mais interessados na "Água de Fogo" enviada por Snezhnaya do que nas propriedades do Flogisto. Um dia, Sidorenko acidentalmente se trancou em uma jaula Sauriana e tentou arrombar a fechadura, o que exigiu a ativação do sistema de freio e libertou todos os Saurianos, os quais ele e Vasily tiveram que recapturar e devolver às suas jaulas.Ao norte da colina, encontra-se um desafio de totem que leva ao Reino da Noite. Lá, guerreiros podem duelar com a Vontade das Escamas Resilientes, "Proteção de Ichcahuipilli". Para ativar o desafio, é necessário usar Saurianos para recuperar o totem enterrado embaixo da terra.Entradas Relacionadas:
História
Peregrinação do Retorno da Chama SagradaDois mil anos atrás, quando Xbalanque derrotou o Dragão de Fogo e renasceu da Chama Sagrada, ele se tornou o primeiro Arconte Pyro e fez um pacto com a Regente da Morte, Ronova, uma das quatro sombras dos Princípios Celestiais. Ronova concedeu-lhe o uso de seu poder e também criou as regras de Natlan: a Ode da Ressurreição (que pode trazer de volta os portadores perdidos de Nomes Antigos do Reino da Noite), e a Peregrinação do Retorno da Chama Sagrada. Além disso, os céus concederam a Estela da Chama Sagrada, que queima eternamente e bane a escuridão. Essa chama jamais deve ser apagada, pois representa o pilar da estabilidade de Natlan e protege a nação do Abismo. A fim de manter a Chama Sagrada acesa e combater o Abismo em Natlan, foi criada a Peregrinação, que se tornou a principal competição para o povo de Natlan. Aos vencedores, era concedido o direito de participar das Guerras da Guarda Noturna. Ademais, a Peregrinação funciona como as eleições para Arconte Pyro. Como Natlan é a única nação onde todos os Arcontes são meros mortais, inúmeras pessoas já ostentaram esse título. E é justamente durante a Peregrinação que os competidores têm a chance de provar sua força, como foi o caso da atual Arconte Pyro, Mavuika, que alcançou uma vitória esmagadora durante seu torneio, de modo que nem mesmo os anciãos da tribo haviam visto uma Arconte com tamanha força antes.Devido ao grande número de participantes, a Peregrinação é dividida em duas fases: uma primeira fase, composta por times, e uma segunda fase, composta por uma competição individual. Todos os cidadãos de Natlan podem participar da fase de times, sendo esta um dever para os portadores dos Nomes Antigos. Os portadores geralmente atuam como capitães de equipe, liderando seus times em diversas batalhas pelo território de Natlan, com o objetivo de conquistar a Chama Sagrada. Durante a competição, são produzidas Chamas do Conflito, que alimentam a Chama Sagrada. Após a competição por times, os membros das equipes vencedoras obtêm o direito de competir nos duelos individuais, e os vencedores desta segunda fase são escalados para participar das Guerras da Guarda Noturna: as verdadeiras guerras contra o Abismo. Como a Ode da Ressurreição só pode ressuscitar os portadores dos Nomes Antigos, os cidadãos comuns não participavam das Guerras da Guarda Noturna. Apesar disso, apenas os vencedores da guerra podem ser restaurados pela Ode da Ressurreição, de modo que os Nomes Antigos dos guerreiros derrotados são dispersos para sempre no Reino da Noite."Os vitoriosos terão suas chamas reacesas, enquanto os derrotados se juntarão às cinzas da guerra."Durante uma das Peregrinações, uma equipe de cinco guerreiros partiu para as Guerras da Guarda Noturna: Chasca, do Clã das Plumas de Flores, com sua sexta vitória consecutiva; Iansan, do Coletivo da Fartura, que conseguiu reverter a situação sozinha; Kaiulani, do Povo das Termas, que se preparou para esse retorno por dez anos; Kibangu, dos Descendentes das Copas, um guerreiro experiente e renomado; e a jovem Kachina, dos Filhos dos Ecos, que havia vencido pela primeira vez. Embora a equipe tenha derrotado o Abismo, Kachina morreu durante a batalha. Quando todos se reuniram novamente no Estádio da Chama Sagrada para cantar a Ode da Ressurreição e trazer a guerreira de volta, a Arconte Pyro não conseguiu encontrar o Nome Antigo de Kachina no Reino da Noite. Para investigar, Mavuika interrompeu a Peregrinação para evitar que mais algum dos outros caídos não retornasse.Para ajudar Kachina, seus amigos buscaram seu Nome Antigo no Reino da Noite utilizando um artefato dos Mestres do Vento Noturno. Usando o Nome Antigo, a Arconte Pyro conseguiu encontrar Kachina no Reino da Noite, a fim de que seus amigos pudessem cruzar a fronteira do reino em sua forma física para resgatá-la. Para isso, utilizaram uma entrada para o Reino da Noite que havia sido aberta, durante a invasão do Abismo, nas ruínas deixadas pelos antigos dragões que outrora governaram Natlan. Todo o Reino da Noite, incluindo Wayob, estava corrompido pelo Abismo. Quando os amigos de Kachina a encontraram, ela já estava se escondendo dos monstros há bastante tempo. Wayob tentou protegê-la, mas seu próprio poder estava diminuindo devido à contaminação, e somente as habilidades do(a) Viajante foram capazes de purificá-la. Enquanto Kachina e seus amigos se preparavam para deixar o Reino da Noite, este começou a desmoronar, e a luz que supostamente deveria trazê-los de volta se extinguiu. A Arconte Pyro usou todas as relíquias de seu escritório como combustível para a Chama Sagrada, a fim de invadir o Reino da Noite e trazê-los de volta.Devido à infestação do Abismo do Reino da Noite, a Peregrinação foi suspensa, e as Chamas do Conflito tornaram-se insuficientes para sustentar a Chama Sagrada, enfraquecendo Natlan e a Arconte Pyro. Enquanto aguardava que todos os seis heróis de Natlan estivessem prontos para o plano de destruição do Abismo, Mavuika decidiu sacrificar seu poder para manter a chama acesa.Quando o Abismo foi derrotado e a vitória pôs fim ao sofrimento, a Peregrinação do Retorno da Chama Sagrada perdeu seu propósito principal: nutrir a Chama Sagrada e proteger Natlan contra o Abismo. Mas, como a Peregrinação havia se tornado um evento cultural significativo para Natlan, ela continuou a existir mesmo em tempos de paz. A Arconte Pyro, juntamente com a Câmara de Discussões, transformou a Peregrinação em um torneio esportivo, incentivando a competição justa e inspirando os participantes a se aprimorarem. Iansan, um dos seis heróis de Natlan e a melhor treinadora do Coletivo da Fartura, projetou a configuração do local do torneio para utilizar de forma efetiva todo o espaço do Estádio da Chama Sagrada. No torneio atualizado, a fase preliminar passou a consistir em perseguir uma chama ao longo de uma pista de obstáculos especial. Os desafiantes passaram a competir em jogos de bola tradicionais de Natlan, e os oito participantes com a maior pontuação avançam para a batalha final. Assim, embora as Guerras da Guarda Noturna não existam mais, os espectadores ainda querem testemunhar os belos duelos. O vencedor da nova Peregrinação do Retorno da Chama Sagrada foi um dos atuais seis heróis de Natlan, o renomado Caçador de Saurianos, Kinich, que facilmente obteve uma performance melhor do que seus oponentes.Entradas Relacionadas:Batalha com CapitanoQuinhentos anos atrás, durante o Cataclismo, o Cavaleiro Sentinela Thrain, da destruída Khaenri'ah, juntamente com seu esquadrão, partiu para exterminar os monstros do Abismo em Natlan. Embora muitos cidadãos de Natlan os culpassem pelo que aconteceu, o chefe dos Mestres do Vento Noturno foi benevolente com eles e os ajudou em um momento de necessidade, razão pela qual Thrain decidiu ajudá-los. Ainda que não pudesse salvar sua terra natal, ele estava determinado a vencer. Ocorre que, durante a guerra entre os Descidos e os dragões, as Linhas Ley de Natlan foram severamente danificadas, e, durante o Cataclismo, foram quase completamente destruídas. O Abismo também contaminou o Reino da Noite, impedindo que as almas dos cidadãos de Natlan retornassem de lá após a morte. Porém, graças ao seu coração, que fora aprimorado com a tecnologia de Khaenri'ah, o Cavaleiro Sentinela conseguiu criar um recipiente para as almas que não conseguiam retornar ao Reino da Noite. Além disso, antes de morrer, o chefe dos Mestres do Vento Noturno disse a Thrain que o Gnosis poderia reconstruir as Linhas Ley ao custo de todas as memórias armazenadas dentro delas.Quinhentos anos depois, quando Thrain se tornou um Mensageiro dos Fatui, de codinome "", e o Abismo estava corroendo cada vez mais o Reino da Noite, guerreiros Fatui de elite chegaram novamente a Natlan. Assim como vários outros Mensageiros dos Fatui, Capitano foi incumbido de adquirir os Gnosis. No entanto, ele queria usar o Gnosis Pyro para reconstruir as Linhas Ley, que haviam se deteriorado ainda mais nos últimos quinhentos anos. Mais do que isso, ele também desejava devolver às Linhas Ley as almas que haviam sido guardadas em seu coração por séculos. O Mensageiro sabia que a Arconte Pyro, Mavuika, havia arquitetado um plano para salvar Natlan: ela usaria tanto o poder dos seis heróis de Natlan, que possuíam os Nomes Antigos das pessoas que lutaram ao lado dos primeiros Arcontes Pyro, quanto dos heróis que morreram durante o Cataclismo quinhentos anos antes. Contudo, com o tempo de Natlan se esgotando e os heróis ainda não reconhecidos pelos seus Nomes Antigos, Capitano sabia que esse plano era muito arriscado. Caso os heróis de Natlan não chegassem a tempo, não apenas Natlan, mas toda Teyvat pagaria por esse erro.Depois de chegar em Natlan, o Mensageiro procurou falar com a grande xamã dos Mestres do Vento Noturno, Citlali, que melhor entendia sobre o Reino da Noite. Durante sua busca, ele encontrou Ororon, dos Mestres do Vento Noturno, o qual, buscando proteger Citlali, começou a observar os Fatui. Depois, a fim de obter o Gnosis, o Mensageiro viajou até o Estádio da Chama Sagrada, a fim de desafiar a Arconte Pyro a um duelo para obter o artefato."Em momentos de crise, alguém deve aceitar o manto da salvação.Seu plano chegou a um impasse.E agora cabe a mim criar novas "regras" para Natlan.Mas antes do nascer de uma nova era,a antiga deve ser destruída."Como resultado de uma batalha intensa entre Mavuika e Capitano, o Mensageiro foi ferido no coração. Ororon, sentindo a estranha presença das almas, salvou Capitano com um feitiço para que ele não morresse, levando consigo todas as evidências. Assim como o Mensageiro, Ororon tinha uma sensibilidade aguçada para almas, e sabia que as Linhas Ley estavam enfraquecendo. Por essa razão, após ver Capitano enviar uma alma para o Reino da Noite e ouvir o plano para salvar Natlan, Ororon decidiu juntar-se a Capitano e ajudá-lo no seu plano.Após o duelo com Mavuika, Capitano abandonou a ideia de usar o Gnosis e pediu à Tsaritsa para que retirasse dele a responsabilidade de obter o artefato, com o que ela concordou. Ao saber que o(a) Viajante, irmão(irmã) da(do) Princesa(Príncipe) de Khaenri'ah, havia chegado a Natlan, o Mensageiro tentou aliar-se a ele(ela) para ajudar Natlan, mas foi recusado. Para encontrar outra maneira de restaurar as Linhas Ley, os Fatui começaram a estudar os Mecanismos Fonte, uma tecnologia usada pelos antigos dragões para fortalecê-las e potencializá-las. Na época dos dragões, esse método tinha pouca utilidade, pois ainda não se detinha as habilidades necessárias para navegar pela intrincada estrutura das Linhas Ley. Assim como o uso do Gnosis, esse método exigia o sacrifício de tudo o que estava contido dentro das Linhas Ley existentes: memórias, almas e história. Ao tomar conhecimento do plano dos Fatui, a Arconte Pyro convocou todas as forças para se mobilizarem e destruírem o Mecanismo Fonte, impedindo que fosse ativado. Quando Mavuika, o(a) Viajante, e os heróis de Natlan encontraram o mecanismo, Capitano e Ororon o ativaram, e foram detidos. Ao ser ativado, o Mecanismo Fonte não restaurou as Linhas Ley, mas despertou a Dama da Noite de seu sono. Embora a ativação tenha sido extremamente dolorosa, a Dama da Noite conseguiu absorver parte do poder, permitindo-lhe falar e ajudar o povo de Natlan. Ela estava disposta a restaurar as Linhas Ley ao custo de sua própria vida, mas isso destruiria as regras de Natlan e deixaria o país vulnerável a um ataque do Abismo no futuro.Entradas Relacionadas:A Invasão do AbismoDevido aos danos nas Linhas Ley de Natlan e à contaminação do Reino da Noite, o Abismo não foi expulso de Natlan durante o Cataclismo. Por quinhentos anos, o Abismo aumentou seu poder por meio de ataques às tribos. Inicialmente, os ataques pareciam aleatórios, e o Abismo aparentava ser um fenômeno natural, mas posteriormente descobriu-se que os ataques ocorriam nos pontos vulneráveis das tribos. Utilizando as memórias armazenadas no Reino da Noite de Natlan, o Abismo estudou as fraquezas de todas as tribos, como se possuísse uma consciência. E, quinhentos anos após o Cataclismo, lançou uma invasão em larga escala contra todas as tribos de Natlan, simultaneamente. Os Fatui, sob o comando de Capitano, formaram uma aliança com a Arconte Pyro e uniram forças para combater o Abismo.O Arconte Pyro, Mavuika, já havia testemunhado uma batalha de magnitude semelhante quinhentos anos atrás, durante o Cataclismo. Embora os cidadãos de Natlan daquela época tivessem conseguido empurrar o Abismo para as profundezas do Reino da Noite, eles sabiam que ele eventualmente ressurgiria. Seus cálculos estimavam que teriam, no máximo, quinhentos anos até que o Reino da Noite fosse completamente perdido para o Abismo. No entanto, Natlan estava em ruínas e a civilização estava morrendo. Era necessário unir as tribos, do contrário, seria impossível sequer sonhar com uma vitória final. Desse modo, a Arconte teve uma longa e complexa discussão com os heróis de cada tribo e, finalmente, elaborou um plano de quinhentos anos para salvar Natlan. De acordo com o plano, os Arcontes e os chefes teriam todo esse tempo para reconstruir as tribos e, quando chegasse o momento, o Wayob escolheria novamente seis heróis de Natlan, com os Nomes Antigos dos companheiros de Xbalanque. Enquanto isso, Mavuika entraria na Chama Sagrada, para renascer quinhentos anos depois.Passados quinhentos anos, Mavuika renasceu e seu plano estava precisando de apenas um herói reconhecido por seu Nome Antigo, mas o Abismo atacou Natlan. Com o Arconte Pyro privada do poder da Chama Sagrada para contra-atacar, essa era a melhor oportunidade para o Abismo. A única coisa que restava ao povo de Natlan, então, era defender o Estádio da Chama Sagrada e os civis. Muitos guerreiros, unidos aos Fatui sob o comando do Mensageiro Capitano, partiram para proteger caravanas, grupos de aventureiros e médicos. Uma guarda de 24 horas foi estabelecida ao redor da cidade para garantir que aqueles que evacuassem as áreas vizinhas pudessem chegar ao Estádio em segurança. Ao norte do Estádio, importantes suprimentos médicos foram interceptados por monstros, mas a equipe de transporte conseguiu contar com um resgate oportuno pelos Fatui, e foi escoltada até a cidade.Perto do Estádio, o carregamento de suprimentos foi inesperadamente atacado pelo Abismo e ficou preso. Embora os guerreiros tentassem repelir os monstros, a situação era crítica. Depois que a Arconte Pyro enviou todos os heróis e defensores das tribos para prestar auxílio onde fosse necessário, ela pediu ao(à) Viajante e Paimon que ajudassem a caravana. Após lidar com os monstros, o(a) Viajante descobriu que a mãe de um dos guerreiros, uma médica, havia ficado sabendo dos ataques nos arredores da cidade e foi ajudar o povo, mas nunca mais se teve notícias dela. Além disso, um guerreiro do Povo das Termas, Uturunku, questionou se ele não seria um covarde, apesar de ter lutado contra os monstros.Na fronteira com os Descendentes das Copas, a fortaleza estava cercada por monstros de todos os lados, impedindo a evacuação de civis e feridos. Embora o(a) Viajante e Paimon tivessem chegado a tempo de ajudá-los, a fortaleza estava repleta de feridos que não conseguiam ir muito longe. No entanto, caso permanecessem onde estavam, tornariam-se presas fáceis para os monstros, de modo que se decidiu enviar um grupo de feridos para um local seguro e, depois, retornar com reforços para o restante. Não muito longe da fortaleza, o(a) Viajante e Paimon encontraram a médica que tinham sido incumbidos de encontrar. Apesar do perigo, ela havia percorrido um longo caminho para ajudar as pessoas, e concordou em se juntar aos guerreiros para garantir sua segurança.Enquanto os evacuados começavam a recuar para o Estádio da Chama Sagrada, estes foram avistados por monstros do Abismo. Recebendo relatos de mensageiros, o(a) Viajante e Paimon correram em seu auxílio, protegendo os feridos e os evacuados que ali se refugiavam. Além dos monstros, Portais do Abismo começaram a surgir no campo de batalha, invocando monstros constantemente. Nesse local, o(a) Viajante e Paimon encontraram novamente a primeira caravana, que, graças à ajuda deles(as), conseguiu entregar suprimentos médicos ao Estádio. Dentre os sobreviventes, estavam comerciantes do Povo das Termas, resgatados pelo esquadrão Fatui, uma médica que se juntou ao esquadrão de guerreiros ao saber que o Estádio precisava de médicos, e Uturunku, que se perguntava se alguém se lembraria dele caso morresse. Graças ao apoio do(a) Viajante e de Paimon, Uturunku conseguiu superar seus medos e sobreviver à guerra contra o Abismo.Apesar de toda a resistência de Natlan, os Portais do Abismo, que estavam criando monstros constantemente, começaram a aparecer em números cada vez maiores, e o Abismo usou sua principal arma: Gosoythoth. A imensa energia do Abismo assumiu uma forma inimaginável, pairando sobre Natlan e lançando uma sombra sobre todo o céu. A Chama Sagrada foi apagada e monstros começaram a emergir de portais por todos os lados. Todas as forças foram mobilizadas para defender o Estádio, e os heróis dos Mestres do Vento Noturno e dos Filhos dos Ecos, Ororon e Xilonen, juntamente com os Fatui e seu Mensageiro, juntaram-se à batalha. A Arconte Pyro foi forçada a usar o poder do Gnosis para purificar a Chama Sagrada do Abismo e desativar brevemente Gosoythoth, mas a situação só piorava.Na Colina Huitztli, civis estavam presos por monstros, mas quando o(a) Viajante e Paimon foram ajudar, os Fatui que defendiam os cidadãos de Natlan já estavam mortos. Apenas uma mulher e sua filha sobreviveram, protegidas por um soldado Fatui. Embora os cidadãos de Natlan há muito considerassem os Fatui seus inimigos, eles estavam gratos pela ajuda de cada soldado caído. Depois de escoltar os sobreviventes até o Estádio, o(a) Viajante e Paimon ficaram sabendo, por mensageiros, que a fortaleza na fronteira com os Descendentes das Copas estava sob novo ataque. Após o primeiro ataque, alguns guerreiros acompanharam os evacuados até o Estádio, enquanto outros permaneceram para proteger os civis. Desses guerreiros, apenas um sobreviveu. Caso uma nova onda de monstros tivesse atacado, tanto ele quanto as pessoas escondidas lá dentro teriam perecido. Contudo, percebendo que essa era sua única esperança, até mesmo os anciãos, que nunca haviam empunhado uma arma, voluntariaram-se para ajudar, para que o derramamento de sangue dos soldados não tivesse sido em vão.Quando o(a) Viajante e Paimon estavam prestes a ir em auxílio do Clã das Plumas de Flores, encontraram a pacificadora da tribo, Chasca, e sua irmã, a médica Chuychu, cercadas por monstros perto do Estádio da Chama Sagrada. Embora o ataque tenha sido repelido, Chuychu foi gravemente ferida. Mesmo quando o(a) Viajante purificou seu corpo do Abismo, já era tarde demais. A perda de sua irmã despertou a energia Abissal dentro de Chasca, que estava adormecida desde um ferimento na infância, mas a pacificadora conseguiu fazer com que esta energia se curvasse à sua vontade. Ainda, a dor que Chasca sentiu com a perda de Chuychu despertou seu Nome Ancestral, e Menilek, seu ancestral que portava o mesmo Nome Ancestral quinhentos anos atrás, a reconheceu como a sexta e última heroína de Natlan.Ao retornar com Chuychu para o Estádio da Chama Sagrada, Chasca pediu que cuidassem do corpo de sua irmã e foi até a Arconte Pyro para cumprir os desejos e o sacrifício de sua irmã. Assim que os seis heróis necessários para o plano de Mavuika foram reconhecidos por seus Nomes Antigos, ela utilizou o poder deles e o trono divino para banir o Abismo. Esse poder ajudou a destruir os Tumores do Abismo, antes invulneráveis, e a Ode da Ressurreição permitiu a ressurreição de todos os cidadãos de Natlan que haviam falecido. Mavuika conseguiu atacar Gosoythoth, forçando-o a fugir para o Reino da Noite.Após a Arconte Pyro, Mavuika, banir o Abismo para as profundezas do Reino da Noite, restava-lhe apenas um último passo para destruí-lo completamente em Natlan. Juntamente com o(a) Viajante, a quem a Dama da Noite permitira criar um novo Nome Antigo,, Mavuika entrou na Chama Sagrada e partiu para o Reino da Noite. Após as palavras de despedida de seus amigos, cujas consciências haviam sido conectadas pela Chama Sagrada, Mavuika e o(a) Viajante elaboraram um plano de batalha. Como a Arconte Pyro conhecia melhor a estrutura do reino, ela partiu em busca do núcleo de Gosoythoth, que o tornava invulnerável, enquanto o(a) Viajante se dirigiu diretamente ao covil do inimigo. Sozinha, Mavuika encontrou a alma de sua irmã mais nova, Hine, que vivera quinhentos anos antes, enquanto o(a) Viajante foi auxiliado por conhecidos falecidos quando adentraram o Reino da Noite corrompido pelo Abismo. Até mesmo almas que há muito haviam perdido suas formas despertaram.Quando Mavuika e o(a) Viajante superaram todos os obstáculos e apareceram perante Gosoythoth, este assumiu a forma do falecido Dragão de Fogo, Xiuhcoatl. Com sua habilidade de destruir as memórias contidas nas Linhas Ley, transformando-as em forças tangíveis, Gosoythoth extraiu os remanescentes da vontade de Xiuhcoatl. Um dragão outrora morto estava preso no último dia de sua existência, e sua fúria ilimitada consumiu toda a sua consciência, deixando apenas uma insaciável e ardente sede pela batalha. Apesar dos esforços da Arconte Pyro e do(a) Viajante, bem como do apoio da Dama da Noite, que concedeu ao(à) Viajante o poder Pyro, a Chama Sagrada começou a se apagar. O povo de Natlan, reunido no Estádio e acreditando na vitória, começou a cantar a Ode da Ressurreição, que reacendeu a chama e deu forças à Mavuika e ao(à) Viajante. Por fim, com esse poder, eles(as) foram capazes de destruir Gosoythoth."Nós não desistiremos da "esperança".Nós marcharemos juntos para o futuro.Este éo lugar onde forjamos nosso futuro...onde forjamos nosso futuro...com nossas próprias mãos!Quando Mavuika e o(a) Viajante retornaram vitoriosos do Reino da Noite, os cidadãos de Natlan realizaram uma cerimônia em homenagem ao(à) Viajante. Ele(a) recebeu uma coroa, e um representante de cada tribo ofereceu uma pena para esta coroa, como sinal de sua coragem e de sua força. Todos queriam um autógrafo, uma foto de, ou até mesmo dançar com ele(a). O povo estava grato pela ajuda do(a) forasteiro(a), que havia banido o Abismo de Natlan para sempre.Entradas Relacionadas:Retorno do Primeiro Arconte PyroQuando o Abismo foi finalmente banido de Natlan, a grande xamã Citlali, dos Mestres do Vento Noturno, recebeu uma mensagem de Wayob informando que a alma do primeiro Arconte Pyro, Xbalanque, estava prestes a retornar ao mundo mortal. Muitos ficaram alarmados com o retorno de Xbalanque, pois ele estava insatisfeito com Natlan, mas a atual Arconte Pyro, Mavuika, permanecia calma como sempre. Alguns decidiram capturar Xbalanque por conta própria: havia quem tentou atraí-lo com iscas, e também com armadilhas. A própria Mavuika tinha certeza de que Xbalanque apareceria em seu torneio: a Peregrinação do Retorno da Chama Sagrada. Afinal, pessoas como o primeiro Arconte adoram competir, desprezam métodos desonestos de vencer e celebram uma vitória justa, sendo sempre atraídas por aquilo que lhes dá esperança e emoção. Tendo isso em vista, Mavuika inspecionou pessoalmente os preparativos para o torneio em todas as tribos para garantir uma recepção à altura de Xbalanque.Porém, no dia da Peregrinação, nenhum vestígio de Xbalanque foi encontrado, e a competição foi vencida por um herói dos Descendentes das Copas, Kinich. Desde o início do torneio, Mavuika sentiu que algo estava errado: não porque sentia o poder de Xbalanque, mas justamente porque não conseguir senti-lo. Foi durante a cerimônia de premiação que ela reconheceu o primeiro Arconte Pyro, na forma de um garoto que sequer havia conseguido chegar aos últimos 32. Para evitar a atenção do público, Mavuika, o(a) Viajante e Paimon foram para um lugar seguro conversar com Xbalanque.Há dois mil anos, quando Xbalanque renasceu da Chama Sagrada, ele fez um pacto com a Regente da Morte. Ele a convenceu a compartilhar seu poder para salvar a nação, que estava à beira da destruição. Era um plano grandioso, que exigiria mais de uma vida mortal para se concretizar, mas Xbalanque tinha certeza de que um dia alguém completaria a tarefa. Percebendo que a Regente da Morte havia se interessado pela história de Natlan, Xbalanque pediu para ver o novo mundo com seus próprios olhos, caso Natlan fosse vitoriosa, tendo em vista que era ele quem havia plantado a primeira semente. Então, eles fizeram uma aposta, e Xbalanque apostou na vitória de Natlan, sendo sua recompensa o seu retorno à Natlan. Quando o povo de Natlan, liderado por Mavuika, finalmente derrotou o Abismo, o primeiro Arconte Pyro teve a oportunidade de ver Natlan por um dia. O verdadeiro Xbalanque tinha mais de sessenta anos quando entrou na Chama Sagrada, mas incapaz de retornar em seu corpo verdadeiro, ele tomou emprestado o corpo de um menino, que deve ter permanecido adormecido durante todo o tempo.Quando Xbalanque despertou no corpo do garoto, ele quis nadar, mas sua calça ficou presa em uma linha de pesca que apareceu repentinamente. Ao decidir dar uma volta para apreciar a paisagem, caiu em uma armadilha e acabou dormindo em um fundo macio preparado especialmente para ele. E, quando finalmente chegou ao Estádio da Chama Sagrada, a treinadora do Coletivo da Fartura o fez realizar o dobro de exercícios de aquecimento em relação aos demais. Como Xbalanque não conseguiu mostrar resultados excepcionais devido ao seu corpo temporário, ele convidou Mavuika para um duelo amistoso na terra do sol, criada por sua alma, onde apenas o sol e aqueles abençoados por ele poderiam sobreviver. Eles foram transportados para lá em sua forma espiritual, libertos das amarras da carne, para que Xbalanque pudesse demonstrar sua verdadeira força espiritual. Durante o duelo, o primeiro e a última Arcontes Pyro lutaram em pé de igualdade, mas Xbalanque concedeu a vitória à Mavuika. Como consequência da vitória, ele ofereceu a ela o poder restante que lhe fora concedido pela Regente da Morte para se comunicar com as almas dos falecidos, mas Mavuika recusou."O passado vive em minhas memórias e sempre será o meu tesouro.Encontrar alguém que não podemos mais ver só trará mais saudade. Em vez de nos apegarmos ao passado, devemos consagrá-lo na memória, sempre amado e nunca esquecido."Xbalanque sabia que Mavuika recusaria, pois sentia a presença de todos que lutaram ao seu lado, que a abençoaram e que cruzaram espadas com ela. Estes pediram a ele para que transmitisse a Mavuika sua gratidão pela vitória e seus votos para que tenha um futuro feliz."Aqueles que partiram jamais se esquecerão de você, assim como você mantém todos os nomes deles profundamente em seu coração. Mavuika, minha querida criança. Embora tenhamos ascendido à condição de Arconte, nunca se esqueça de que ainda somos humanos. Viva como desejar, nesta era de paz que você forjou com suas próprias mãos."Quando o tempo de Xbalanque no mundo dos vivos estava chegando ao fim, Mavuika se ofereceu para levá-lo em um passeio em sua Ignimoto, para mostrar-lhe toda a Natlan moderna e compartilhar os últimos momentos felizes de sua vida.Entradas Relacionadas:
Fontes: HoYoWiki (HoYoverse)